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Top 5 Teammates: By Felipe Giro


Felipe Giro é um piloto de raro talento no automobilismo virtual, ele que detém o título da principal categoria de fórmula da NEOBR a FN1, usa muito bem também a capacidade de comunicação.

Nessa seleção trazida pelo piloto, ele trás os 5 maiores companheiros de equipes que o piloto já teve em toda a sua carreira.

Acompanhe:

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5 – LUCAS ALVES

Já começamos com polêmica. O jovem que eu considero meu maior adversário na FN1 já foi um dos meus melhores parceiros de crime. Trago a vocês um leve flashback para 2014.

Tinha acabado de fazer uma péssima corrida no Canadá na NEOBR Fórmula N1. Mais de um segundo atrás no qualifying, quase ficando no Q1, rodando sozinho, perdendo a asa e terminando fora do Top 10. E pra “melhorar” a situação, vem o Yuri Bascopé trazendo um piloto novo pro time.

Ele mesmo. O “cacetinho-man” chegou na Snow Schatten Racing Team como um mero substituto de Leonardo de Souza para a corrida do Bahrein. Começa o primeiro treino e o cidadão baixa meio segundo do meu tempo. Começou aí o que eu acho que é a definição do meu estilo de pilotagem até hoje. Para buscar aquele tempo do tal gaúcho, tive que readaptar todo o meu jeito de guiar.

E assim foi. Um baixando meio segundo do tempo do outro de corrida a corrida, encaminhando assim, no fim do ano, o primeiro título de construtores da Snow na FN1.

4 – LEONARDO DE SOUZA

Nada como ter um piloto da Fórmula 3 Brasil como seu companheiro de equipe em seu primeiro campeonato no AV. Valeu, Yuri

Me juntei à Snow Schatten no meio de 2013 para participar da T2 da Fórmula Light (GP3 Series) da extinta liga rFactor Brasil Team. A equipe amargou uma derrota no campeonato anterior que, ao meu ver, foi compensada na temporada seguinte

Anunciado o time da Snow para a segunda parte daquela “guerrinha”. Ninguém botava fé no tal Felipe Giro. Pois o que o pessoal mais comentava era um tal piloto real chamado Leonardo de Souza.

E com toda razão. Aos que não tiveram a oportunidade de vê-lo em pista (enquanto tinha um equipamento decente, é claro  abs Léo  ), dêem uma olhada nas transmissões daquela época, ou até mesmo no canal dele no YouTube. O cara não tem o respeito de todos no AV à toa.

Era difícil vencê-lo na pista, principalmente porque, não importa o que você faça, ele sempre vai ter alguma forma de contra-atacar sua estratégia. Exemplos claros são o GP da Coreia, quando ele me forçou a um erro estratégico ou no GP de Abu Dhabi, quando me tomou a liderança através de um undercut na última parada.

Depois dessa temporada, fomos companheiros de novo na Fórmula N1 e fui seu maior torcedor quando correu na NEOBR Indy N1 na T2 de 2014.

3 – CRISTIANO BOHESSEF

Um conselho pra vocês chefes de equipe. Sabe aquele piloto que manda mensagem pedindo para participar da equipe, se oferecendo para uma bateria de testes e tal? Então… jamais, eu disse JAMAIS menosprezem o cidadão. Pois esse piloto, quem sabe, seja um Cristiano Bohessef batendo na sua porta.

Depois de passar no teste da Snow e maravilhar os olhos míopes de Yuri Bascopé, tive a primeira noção do tal Itabiritense (não sei se é assim que se pronuncia) em um campeonato de Formula Extreme, na liga Virtual Racers. Nunca tivemos um bom parâmetro, mesmo porquê só corremos duas corridas, que foram pra lá de atípicas.

Isso foi até eu e o futuro campeão da NEOBRFórmula N2 nos juntarmos novamente para “dar uma mãozinha” para a Sinister Race Team na F1BC Fórmula PRO. Foi um show. Campeão e vice com duas corridas para o fim e mais um título de construtores para a Sinister. Cristiano foi campeão mesmo sem correr a última etapa, onde nós dois decidimos não correr por problemas em ambos os PCs.

2 – RAFA SOUZA

Assim… vocês devem conhecer o cara, ele é “só” o único bi-campeão da NEOBR Fórmula N1 atualmente. Pois é. Eu tive o prazer de dividir a mesma equipe com ele em 2015. São poucos os pilotos em que vi conseguir andar no seu limite máximo o tempo todo quanto Rafa Souza.

Quando entrei na liga NEOBR, coloquei uma meta para o meu desempenho: quero andar no rítmo desse cara de capacete preto e amarelo. Sendo tão veloz quanto ele, eu sabia que não ia fazer feio naquele campeonato. Tarefa fácil não foi, como o GP do Canadá mostrou, mas a prova seguinte foi concretizada a minha meta.

Passam-se 8 meses. Cenário bem diferente. Ja tinha faturado o título da FN1 na segunda temporada e Rafa havia estabelecido um hiato. Conversa vai, conversa vem e eu e Yuri Bascopé convencemos o rapaz a juntar-se ao lado negro da força, deixar o branco com vermelho de lado e vestir azul, preto e branco a partir de 2015. Não, isso aqui não é um GreNal.

Depois de um longo e turbulento campeonato, com várias corridas marcantes e polêmicas (sim, você mesma, China!), chegamos em Barcelona com os dois podendo ser campeões. Rafa acabou levando, mas o momento mais marcante foi o cruzar da linha de chegada. Isso pouca gente sabe (e nem sei se ele me autoriza a falar disso) mas após o fim da prova, o curitibano não conteve as emoções e foi às lágrimas após a conquista de seu segundo título. É daqueles momentos que você pensa “é… eu devia ter gravado esse momento.” Terminamos o ano como campeão e vice de pilotos e campeões de construtores de maneira dominante. Foi a primeira dobradinha no campeonato da história da categoria. A temporada seguinte, terminamos em terceiro e quarto, também levando o título de construtores.

Falando naquela temporada..

1 – LEONARDO LOPES

O primeiro lugar é óbvio. Eu posso dizer que já vi vários excelentes pilotos enquanto acompanho esse hobby. Thiago Barbosa, Rômulo Silveira, Ralph Benitez, Marcos Riffel, Guido Seelig, Ricardo Durães, Daniel Rigoni, Alessandro Silva (não pera)… Cada um com sua particularidade. Mas se existe um que está mais próximo de ser imbatível em pista, se chama Leonardo Lopes.

Continuando a história do post anterior, terminei a T2 de 2015 de cabeça para baixo. Fiz um campeonato atipicamente irregular, errei em diversas ocasiões e tive de ver a Snow Schatten fechar suas portas. Nesse meio tempo, topei o desafio de fechar com a Sinister Race Team para a temporada seguinte. Com apenas um revés. Meu companheiro de equipe seria “apenas” o atual campeão da temporada.

Logo na primeira corrida percebi o tamanho do monte que teria de escalar. A vitória cerebral em Monza foi algo que me fez tirar forças de onde não tive para vencer duas corridas seguidas enquanto ele sofria com duas quedas de conexões.

Nenhum dos dois foi campeão de pilotos. Terminamos em segundo e quarto. Mas são nesses momentos em que os números não contam a história. Não contam detalhes como a velocidade pura combinada com a constância assustadora nos tempos. Ou a facilidade em fazer ultrapassagens e não perder tempo. Ou o talento de manejo do equipamento para prolongar seu bom desempenho.

Marcos Riffel foi muito feliz ao apelidá-lo de “Schumacher do AV.”

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Acompanhe Felipe Giro pela sua página de Piloto Virtual

Página do Piloto Acesse Aqui

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